Cada elemento tem sua força única e deve ser utilizado dentro de seu campo de atuação.
O uso dos elementos é de fundamental importância, mas não se deve a eles alma própria.
Não são espíritos pensantes, são forças a serem manipuladas e acima de tudo respeitadas.
Portanto, o fogo, a água, a terra e a luz não são elementos que possuem alma, mas sim energias que são utilizadas em favor das almas carentes e necessitadas de proteção.
E não subestime filho a força vibracional que possuem os elementos, mas isso, em absoluto quer significar que são eles, seres constituídos por encarnações e alma.
Como forças despidas de espiritualidade devem ser utilizadas e nunca evocadas.
Errônea a noção de muitas religiões que evocam “pelas águas” os poderes do mar.
É simples compreender porque os elementais não podem estar representados por esse ou aquele espírito: não são eles seres personalizados, sob pena de perderem seu grande fundamento; a força que só uma rocha bruta, uma onda rolando, uma chama em brasa podem ter.
Esta energia é tão grande e tão fundamental aos trabalhos que não pode ser personificada.
Perguntam os filhos como podem utilizar tais forças, se não se pode trazer ao trabalho, ao terreiro, o mar, a luz ou a terra.
È exatamente por isso que são chamadas as linhas e espíritos que utilizam o elemental específico.
Tais espíritos têm a autorização de utilizar a força de determinado elemental para agir sob este ou aquele trabalho.
E então, invocando as entidades, dentro das linhas a elas afeitas, se pode utilizar o poder dos elementos.